
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
pra coleção

domingo, 2 de agosto de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Polaroid Android

sexta-feira, 17 de julho de 2009
Tá sem programa?

Esta é pra quem vive em São Paulo ou estará de passagem por estas bandas no final de semana.
A Rainbow Room, livraria / loja de presentes mais bacana da cidade, vai estar liquidando nesses dias.
Pequenininha mas cheia de achados incríveis a loja é especializada em livros importados, alternativos, de arte, moda... tudo muito bem organizadinho. Além disso a dona e vendedora é uma fofura.
Vale a ida, nem que seja só pra conhecer ou bater um papo.
Fica a dica!
Rainbow Room - Book Shop
Al. Tiete, 43 - loja 10
011. 3062.7041
terça-feira, 14 de julho de 2009
Diário de Bordo
Sete e meia da manha de uma terça feira. Após acordar às quatro e meia, já estou tão desperto como se fosse meio dia. O motivo dessa mudança de rotina não foi insônia, calor ou qualquer um desses motivos que nos acorda involuntariamente, mas sim uma viagem a trabalho ao Rio de Janeiro em um vôo deliciosamente agendado para as seis da manhã.
Passada toda a raiva de acordar cedo, esperar taxi em um frio de 7 graus e enfrentar fila no check-in do aeroporto, estava me sentindo a pessoa mais feliz do mundo sentado na poltrona 9F da “frota mais moderna do país”. Sensação de alívio e dever cumprido. Pronto! Só me restava me atualizar nas notícias do dia, recuperar um pouco do sono perdido e em pouco menos de uma hora estaria pousando no Santos Dumont.
Corta pra 40 minutos depois.
Sou acordado com uma aeromoça insuportavelmente simpática praquela hora da manhã, pedindo gentilmente a nós, passageiros, que retornássemos nossos encostos para a posição vertical, travássemos as mesinhas e apertássemos os cintos pois estaríamos em procedimento de pouso.
Estava feliz. Feliz por ver a vista do Rio. Ver o dia lindo, o sol da manhã, Angra dos Reis, Barra da Tijuca, Engenhão e... mais nada. Tudo branco. Me senti em uma cena do filme “Vivos, sobreviventes dos Andes” quando eles sobrevoam as montanhas nevadas . Era a névoa mais espessa que já me recordo ter visto. Pensei comigo mesmo: Vai tremer! Até que nem tremeu tanto. O piloto foi invadindo as nuvens como um explorador avança por uma floresta. Gradativamente o Rio ia se mostrando. Um pouco da Ponte, um pouco da Ilha Fiscal, um pouco da Zona Portuária e o Santos Dumont. O Santos Dumont???
No exato momento que eu vi o aeroporto em baixo da gente, muito abaixo pra um procedimento de pouso, o piloto arremeteu.
Sei que é um procedimento normal e que acontece centenas de vezes todos os dias no mundo inteiro. Só que nunca tinha acontecido comigo.
Minha cabeça começou a processar um monte de informação ao mesmo tempo: Como eu vou chegar a tempo do treinamento do Rio? Como vou explicar pro pessoal da turma? Será que o piloto vai fazer hora até o tempo melhorar? Será que vai pro Galeão? Tomara que vá pro Galeão! Silêncio...
Quinze minutos de agonia e 35 Gigabites de pensamentos processados depois, o piloto anunciou que não havia condições de pouso nos dois aeroportos do Rio e que estaríamos voltando pra São Paulo ou indo para Belo Horizonte.
O piloto ainda dá algumas voltas esperançosas na Região dos Lagos porém, aproximadamente meia hora depois (estou sem relógio), volta ao microfone para anunciar que estamos indo a Belo Horizonte.
Nesse momento lembro-me da minha avó, com sua sabedoria octogenária, que sempre diz o seguinte ditado: Se não tem remédio, remediado está!
Sete e cinqüenta e cinco da manhã.
“Senhores passageiros, estamos iniciando procedimento de pouso no aeroporto de Confins. A partir desse momento todos os equipamentos eletrônicos deverão ser desligados. Obrigado!”
quinta-feira, 25 de junho de 2009
liberdade de expressão?
Mega festa para convidados, show de banda internacional, edição especial, e mais um monte de ações promocionais “comemoraram” esse lançamento
.
Confesso que não conhecia a revista, mas outro dia resolvi ler por mera curiosidade.
Sabe quando você vai folhando despretensiosamente, sem muito saco?
Até que uma foto e uma manchete me chamaram atenção:
LOUCURA CASEIRA
Parei pra ler a reportagem.
A primeira frase já me deixou intrigado:
“Como alguém sem dinheiro para se drogar de uma maneira confiável pode conseguir um jeito de enlouquecer?”
Como achei que era sacanagem continuei a ler...
“Temos aqui três receitas de fritar neurônios que podem ser feitas na sua cozinha com qualquer merda que você tenha em casa. Não nos responsabilizamos caso teste todas e acabe catatônico. Sério, não faça isso. Coisas ruins irão acontecer e não vamos pedir desculpas a sua mãe quando você virar um vegetal. Mas sim, existem pessoas que ingeriram estas drogas todas.”
Aí eu me toquei. Aquilo era sério. Não era zoação. Eles realmente estavam ensinando as pessoas a se drogarem utilizando produtos caseiros como pilha, fita VHS, desodorante e outros.
A reportagem é rica em detalhes, explicando a receita, os efeitos e as contra indicações.
E é tudo feito num tom de brincadeira, de zoação, super atrativo aos jovens.
Apesar da reportagem dizer para que os leitores não tentem, o tom do texto é de provocação, quase desafiante.
Não bastasse o absurdo da reportagem por si só, a revista é distribuída GRATUITAMENTE em lojas, bares, livrarias e restaurantes.
Ah, e se você não achou um lugar que tenha distribuição, também tem a reportagem na internet, pra qualquer um acessar:
http://www.viceland.com/br/v1n0/htdocs/household-highs-852.php?country=br
Um absurdo!
terça-feira, 23 de junho de 2009
SPFW Wish List












quinta-feira, 26 de março de 2009
querotodos.com.br
Pois... olha que incrível a customização que a artista inglesa Mari Kasurinen fez nos dela e está vendendo na sua página.
Jackterça-feira, 27 de janeiro de 2009
Patricia Field for Diet Coke

terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Sessão Pipoca
Óbvio, claro e certo.
Certo?
Não para Benjamin Button.
F. Scott Fitzgerald publicou em 1921 um conto sobre o “curioso caso” de Benjamin Button. (link para o conto, em inglês: http://www.readbookonline.net/read/690/10628/)
O caso aqui é o seguinte: Benjamin Button inverteu a ordem óbvia, clara e certa do que conhecemos como vida. Diferente de todos nós, ele nasceu, cresceu, rejuvenesceu e morreu.
Curioso?
David Fincher e Eric Roth (diretor e roteirista) acharam. Tanto que fizeram um filme de 2 horas e meia baseado no conto, de não mais que algumas páginas.
O filme é “narrado” pelo protagonista através da leitura de seu diário. Essa visão em primeira pessoa já é suficiente pra causar ao expectador uma agonia que o conto não consegue (e talvez nem queira) proporcionar.
Enquanto a história original se limita a contar o “caso curioso” e ponto final, o filme se aprofunda nos personagens, nos seus pontos de vista, nas suas nuances permitindo, é claro, um desenvolvimento mais agradável da história.
Apesar de completamente diferentes, a voz ao fundo contando sua própria vida, fez com que durante várias vezes o filme me lembrasse de Forrest Gump. Passagens por barcos, guerra e paixões são referências explícitas. Seria uma cópia/homenagem? Posso estar exagerando.
O fato do personagem rejuvenescer faz com que algumas cenas sejam inevitável (e quase esperadas). O primeiro amor aos 7 anos (uns 75 fisicamente), o vigor sexual as 17 (65) e todos os constrangimentos que a aparência lhe proporciona. Durante os primeiros 2/3 do filme essas cenas são freqüentes, contadas biograficamente e cronologicamente, utilizando várias micro-histórias fragmentos da vida do protagonista. Algumas dessas micro-histórias são memoráveis tanto pela atuação de Brad Pitt como pelo a de seus coadjuvantes. Minha preferida é uma em que ele se relaciona com uma “estranha” em um hotel na Rússia. Simples e muito bonita (créditos para Tilda Swinton que rouba todas as cenas que aparece). O terço final de filme é que me encantou.
É claro que não vou contar o final do filme. Mas trata-se de um dos finais mais bem escritos e filmados que já vi. Singelo, inesperado, emocionante e (o mais impressionante) compreensível e verossímil.
Ao contrário de suas prévias parcerias com o David Fincher (S7ven e Clube da Luta), Brad Pitt está ok. Só ok. Me deu a impressão que poderia ser substituído por qualquer outro autor que o resultado seria o mesmo.
Já Cate Blanchet se firma como a melhor atriz de drama da atualidade. Merece toda minha admiração e consegue dar vida à sua personagem chata e mimada. Nesse caso sim, se fosse outra atriz, dificilmente faria com Daisy o que Cate Blanchet fez. Puxo o saco mesmo, ela é ótima!
Vale a pena ver. Com uma indicação praticamente certa ao Oscar, é um belo filme. Não acho que vai levar a estatueta, mas é muito melhor que muito ganhador dos últimos tempos. Prefiro gastar minhas apostas com prêmios de maquiagem, fotografia e roteiro adaptado, esses sim, perfeitamente oscarizáveis.
É isso. Bom filme.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Ah!
domingo, 14 de dezembro de 2008
Sticky & Sweet no Brasil, não poderia ter dado mais certo...


sábado, 13 de dezembro de 2008
Ela não morreu! E anda mais bandida do que nunca...
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
domingo, 7 de dezembro de 2008
Certas coisas são boas demais para serem verdade!
sendo que essa musica marcou muito os anos 90.
flws..."

















