quinta-feira, 20 de agosto de 2009

pra coleção


Não é novidade aqui nesse blog que eu sou fã da Vodka Absolut (tanto embalagem como recheio).

Mas dessa vez eles se superaram na garrafa Rock Edition


Sonho de consumo! *_*

domingo, 2 de agosto de 2009

QUEM FOR, TÁ DE PARABÉNS!


segunda-feira, 20 de julho de 2009

Polaroid Android

Dia desses li parte de um artigo no jornal que falava sobre tempo. Estava com pressa e não consegui ler tudo, mas o texto era sobre como utilizamos o tempo extra que a tecnologia nos proporciona. Falava de uma série de coisas que precisávamos fazer antigamente e que hoje não precisamos mai
s, e mesmo assim estamos cada vez mais sem tempo.

Aquilo ficou na minha cabeça. Comecei a prestar atenção nas pequenas coisas do dia a dia que deixamos de fazer sem nem mesmo perceber. É um exercício bem legal.
Tente! Em qualquer lugar que você estiver, se olhar em volta, aposto que vai encontrar algo que remeta a alguma atividade que hoje parece desnecessária ou até mesmo engraçada.

Aqui mesmo, onde estou, no escritório. Uma olhada em volta e já consigo pensar em duas perguntas: Quem aponta lápis? Quem ainda bate ponto com cartão? pior... Quem ainda "redige um fax"?
Claro que tem gente que faz isso tudo, mas normalmente nós vamos eliminando essas "rotinas" das nossas vidas sem mesmo perceber.

Só que algumas dessas rotinas deixam saudades.

Em tempos de super-hiper-mega-pixels, milhões-de-fotos-por-segundo, visores-de-LCD-com-mais-cores-que-o-cérebro-humano-pode-processar e mais um monte de características que todos nós nãopodemosviversem, as fotos em si ficaram em segundo plano.

Nada mais normal do que você ir num show e tirar, digamos, 200 fotos. Ou numa viagem tirar mais de mil. E?
Veja bem, acho ótima a tecnologia, a possibilidade de achar a melhor foto, o melhor ângulo, a melhor iluminação.... Só sinto falta da emoção.

Ontem, na casa de um amigo, ele sacou uma Polaroid mais velha que ele (e mais nova que eu) e tirou uma foto nossa.

Quantas lembranças! A tensão de ser "a única chance", o barulho da foto saindo, a agonia de esperar a imagem aparecer, os momentos de espera até que aquele quadro branco começasse a revelar alguma imagem...

Tudo isso pra depois de um ou dois minutos aparecer uma foto pequena, amarelada e desbotada, mas com uma carga de emoção que megapixel nenhum poderia atingir.

não tem preço

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Tá sem programa?

Esta é pra quem vive em São Paulo ou estará de passagem por estas bandas no final de semana.

A Rainbow Room, livraria / loja de presentes mais bacana da cidade, vai estar liquidando nesses dias.

Pequenininha mas cheia de achados incríveis a loja é especializada em livros importados, alternativos, de arte, moda... tudo muito bem organizadinho. Além disso a dona e vendedora é uma fofura.

Vale a ida, nem que seja só pra conhecer ou bater um papo.

Fica a dica!


Rainbow Room - Book Shop

Al. Tiete, 43 - loja 10

011. 3062.7041

www.rainbowroom.com.br

terça-feira, 14 de julho de 2009

Diário de Bordo

Sete e meia da manha de uma terça feira. Após acordar às quatro e meia, já estou tão desperto como se fosse meio dia. O motivo dessa mudança de rotina não foi insônia, calor ou qualquer um desses motivos que nos acorda involuntariamente, mas sim uma viagem a trabalho ao Rio de Janeiro em um vôo deliciosamente agendado para as seis da manhã.

Passada toda a raiva de acordar cedo, esperar taxi em um frio de 7 graus e enfrentar fila no check-in do aeroporto, estava me sentindo a pessoa mais feliz do mundo sentado na poltrona 9F da “frota mais moderna do país”. Sensação de alívio e dever cumprido. Pronto! Só me restava me atualizar nas notícias do dia, recuperar um pouco do sono perdido e em pouco menos de uma hora estaria pousando no Santos Dumont.

Corta pra 40 minutos depois.

Sou acordado com uma aeromoça insuportavelmente simpática praquela hora da manhã, pedindo gentilmente a nós, passageiros, que retornássemos nossos encostos para a posição vertical, travássemos as mesinhas e apertássemos os cintos pois estaríamos em procedimento de pouso.

Estava feliz. Feliz por ver a vista do Rio. Ver o dia lindo, o sol da manhã, Angra dos Reis, Barra da Tijuca, Engenhão e... mais nada. Tudo branco. Me senti em uma cena do filme “Vivos, sobreviventes dos Andes” quando eles sobrevoam as montanhas nevadas . Era a névoa mais espessa que já me recordo ter visto. Pensei comigo mesmo: Vai tremer! Até que nem tremeu tanto. O piloto foi invadindo as nuvens como um explorador avança por uma floresta. Gradativamente o Rio ia se mostrando. Um pouco da Ponte, um pouco da Ilha Fiscal, um pouco da Zona Portuária e o Santos Dumont. O Santos Dumont???

No exato momento que eu vi o aeroporto em baixo da gente, muito abaixo pra um procedimento de pouso, o piloto arremeteu.

Sei que é um procedimento normal e que acontece centenas de vezes todos os dias no mundo inteiro. Só que nunca tinha acontecido comigo.

Minha cabeça começou a processar um monte de informação ao mesmo tempo: Como eu vou chegar a tempo do treinamento do Rio? Como vou explicar pro pessoal da turma? Será que o piloto vai fazer hora até o tempo melhorar? Será que vai pro Galeão? Tomara que vá pro Galeão! Silêncio...

Quinze minutos de agonia e 35 Gigabites de pensamentos processados depois, o piloto anunciou que não havia condições de pouso nos dois aeroportos do Rio e que estaríamos voltando pra São Paulo ou indo para Belo Horizonte.

O piloto ainda dá algumas voltas esperançosas na Região dos Lagos porém, aproximadamente meia hora depois (estou sem relógio), volta ao microfone para anunciar que estamos indo a Belo Horizonte.

Nesse momento lembro-me da minha avó, com sua sabedoria octogenária, que sempre diz o seguinte ditado: Se não tem remédio, remediado está!

Sete e cinqüenta e cinco da manhã.

“Senhores passageiros, estamos iniciando procedimento de pouso no aeroporto de Confins. A partir desse momento todos os equipamentos eletrônicos deverão ser desligados. Obrigado!”

quinta-feira, 25 de junho de 2009

liberdade de expressão?


Com muito estardalhaço da mídia, chegou ao Brasil esse mês a Revista Vice.

Mega festa para convidados, show de banda internacional, edição especial, e mais um monte de ações promocionais “comemoraram” esse lançamento

.

Confesso que não conhecia a revista, mas outro dia resolvi ler por mera curiosidade.

Sabe quando você vai folhando despretensiosamente, sem muito saco?

Até que uma foto e uma manchete me chamaram atenção:

LOUCURA CASEIRA

Parei pra ler a reportagem.

A primeira frase já me deixou intrigado:

“Como alguém sem dinheiro para se drogar de uma maneira confiável pode conseguir um jeito de enlouquecer?”

Como achei que era sacanagem continuei a ler...

“Temos aqui três receitas de fritar neurônios que podem ser feitas na sua cozinha com qualquer merda que você tenha em casa. Não nos responsabilizamos caso teste todas e acabe catatônico. Sério, não faça isso. Coisas ruins irão acontecer e não vamos pedir desculpas a sua mãe quando você virar um vegetal. Mas sim, existem pessoas que ingeriram estas drogas todas.”

Aí eu me toquei. Aquilo era sério. Não era zoação. Eles realmente estavam ensinando as pessoas a se drogarem utilizando produtos caseiros como pilha, fita VHS, desodorante e outros.

A reportagem é rica em detalhes, explicando a receita, os efeitos e as contra indicações.

E é tudo feito num tom de brincadeira, de zoação, super atrativo aos jovens.

Apesar da reportagem dizer para que os leitores não tentem, o tom do texto é de provocação, quase desafiante.

Não bastasse o absurdo da reportagem por si só, a revista é distribuída GRATUITAMENTE em lojas, bares, livrarias e restaurantes.

Ah, e se você não achou um lugar que tenha distribuição, também tem a reportagem na internet, pra qualquer um acessar:

http://www.viceland.com/br/v1n0/htdocs/household-highs-852.php?country=br

Um absurdo!

terça-feira, 23 de junho de 2009

SPFW Wish List


Finalizada mais uma temporada de moda, aqui vai uma listinha, dos meus "must have" do verão 2010.

Algumas regrinhas e considerações
Restrito apenas às roupas de meninos.
Procurei escolher um look de cada desfile.
Cavalera e Alexandre me fizeram quebrar essa premissa (impossível escolher um só).
Colcci e Triton.... também. Quem achar um meremamente usável, me avisa.

Então vamos lá:

2nd Floor
um dos melhores desfiles. tudo muito lindo e usável. LISTRAS!



Alexandre Herchcovitch
melhor desfile masculino.... reduzir a dois looks foi difícil




Cavaleira
melhor produção de desfile com o melhor tema também. sou
louco com LISTRAS!, mas essa estampa de núvens é incrível




Ellus
quase ficou de fora da lista. mas essa jaqueta salvou de última hora




Lino Villaventura
o feminino muito melhor que o masculino. mesmo assim essa calça e esses sapatos ficaríam ótimos no meu armário




Mario Queiroz
me vestiria assim bem feliz




O Estúdio
outro que por pouco foi gongado. essa estampa passou, mas eu jamais sustentaria




Osklen
maravilhoso. quero ser um paete




Reserva
o desfile foi incrível. as roupas nem tanto. essa bermuda é linda e se destacou perto do resto




V.Rom
sempre um dos meus favoritos, dessa vez decepcionou um pouco. essa blusa é ótima, porém




Ronaldo Fraga
melhor look de todos. só essa camisa já foi suficiente pra ganhar de todo o resto. é minha!



Meu aniversário é semana que vem. Mas não me importo de esperar até... outubro, digamos, pra ganhar meus presentes...

Fotos:

quinta-feira, 26 de março de 2009

querotodos.com.br

Sabe aqueles pequenos pôneis fofos que todos tínhamos quando éramos crianças?

Pois... olha que incrível a customização que a artista inglesa Mari Kasurinen fez nos dela e está vendendo na sua página.


Jack


Edward Mãos de Tesoura

The Bride

Predador

Alien

Coringa

Jack Sparrow

Esqueleto

He-Man

Chewbacca

Darth Vader

Princesa Lea
Custam a bagatela de 330 libras cada, só. Mas quem liga? Quero mesmo assim. Aceito doações.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Patricia Field for Diet Coke

 

A badaladíssima figurinista Patricia Field está vendendo em seu site os dez últimos sets dessas quatro garrafas de diet coke personalizadas. Segundo o site, cada garrafa significa uma  parte da vida de uma mulher: a dourada significa a carreira, a vermelha a paixão, a rosa o amor e a azul-turquesa a moda! Adoro! Quero todas essas cores na minha vida! 

Eu achei ótimo, apesar de não ter coragem de gastar 300 dólares por algo que vai ficar enfeitando a minha estante... Além disso, eu ganhei uma garrafinha ótima de diet coke toda pratinhada esses dias na Times Square. E não precisei fazer nada, apenas receber um papelzinho que anunciava uma entrevista com uma designer em dois telões. Daí você ligava para um toll free para ouvir a entrevista.  Resultado: em pleno janeiro com a temperatura abaixo de zero, quem parou pra ver os telões? Ninguém! 


terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Sessão Pipoca

Nascer, crescer, envelhecer e morrer.
Óbvio, claro e certo.
Certo?

Não para Benjamin Button.


F. Scott Fitzgerald publicou em 1921 um conto sobre o “curioso caso” de Benjamin Button. (link para o conto, em inglês: http://www.readbookonline.net/read/690/10628/)
O caso aqui é o seguinte: Benjamin Button inverteu a ordem óbvia, clara e certa do que conhecemos como vida. Diferente de todos nós, ele nasceu, cresceu, rejuvenesceu e morreu.
Curioso?
David Fincher e Eric Roth (diretor e roteirista) acharam. Tanto que fizeram um filme de 2 horas e meia baseado no conto, de não mais que algumas páginas.

O filme é “narrado” pelo protagonista através da leitura de seu diário. Essa visão em primeira pessoa já é suficiente pra causar ao expectador uma agonia que o conto não consegue (e talvez nem queira) proporcionar.
Enquanto a história original se limita a contar o “caso curioso” e ponto final, o filme se aprofunda nos personagens, nos seus pontos de vista, nas suas nuances permitindo, é claro, um desenvolvimento mais agradável da história.
Apesar de completamente diferentes, a voz ao fundo contando sua própria vida, fez com que durante várias vezes o filme me lembrasse de Forrest Gump. Passagens por barcos, guerra e paixões são referências explícitas. Seria uma cópia/homenagem? Posso estar exagerando.

O fato do personagem rejuvenescer faz com que algumas cenas sejam inevitável (e quase esperadas). O primeiro amor aos 7 anos (uns 75 fisicamente), o vigor sexual as 17 (65) e todos os constrangimentos que a aparência lhe proporciona. Durante os primeiros 2/3 do filme essas cenas são freqüentes, contadas biograficamente e cronologicamente, utilizando várias micro-histórias fragmentos da vida do protagonista. Algumas dessas micro-histórias são memoráveis tanto pela atuação de Brad Pitt como pelo a de seus coadjuvantes. Minha preferida é uma em que ele se relaciona com uma “estranha” em um hotel na Rússia. Simples e muito bonita (créditos para Tilda Swinton que rouba todas as cenas que aparece). O terço final de filme é que me encantou.
É claro que não vou contar o final do filme. Mas trata-se de um dos finais mais bem escritos e filmados que já vi. Singelo, inesperado, emocionante e (o mais impressionante) compreensível e verossímil.

Ao contrário de suas prévias parcerias com o David Fincher (S7ven e Clube da Luta), Brad Pitt está ok. Só ok. Me deu a impressão que poderia ser substituído por qualquer outro autor que o resultado seria o mesmo.
Já Cate Blanchet se firma como a melhor atriz de drama da atualidade. Merece toda minha admiração e consegue dar vida à sua personagem chata e mimada. Nesse caso sim, se fosse outra atriz, dificilmente faria com Daisy o que Cate Blanchet fez. Puxo o saco mesmo, ela é ótima!

Vale a pena ver. Com uma indicação praticamente certa ao Oscar, é um belo filme. Não acho que vai levar a estatueta, mas é muito melhor que muito ganhador dos últimos tempos. Prefiro gastar minhas apostas com prêmios de maquiagem, fotografia e roteiro adaptado, esses sim, perfeitamente oscarizáveis.

É isso. Bom filme.

uma besteirinha pra animar o dia




I was depressed last night so I called Lifeline.


Got a freakin' call center in Afghanistan .


I told them I was suicidal.


They got all excited and asked if I could drive a truck.



terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Quem é esse novo stylist?

Beyonça - "Diva"



Do nada ela aparece toda "Gareth Pugh-y"!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Ah!

Gente, não sei se isso já é novidade para os outros pôneis, mas eu nunca tinha visto...
Estava vendo o site da Figurinista / Stylist bombadíssima Alicia Lawhon e encontrei entre os trabalhos dela esse clipe divino:




Bom, é isso... Prometo posts com novidades desta cidade que, de verdade, é maravilhosa!


domingo, 14 de dezembro de 2008

Sticky & Sweet no Brasil, não poderia ter dado mais certo...


Clima de tensão. Chuva (ok, there was nothing we could do...). Som completamente irregular durante todo o show, gente drogada que queria arranjar confusão (o começo de uma briga de buatchi era iminente) com todo mundo. Coreografias digamo
s "minimalistas" (porque ninguém dançou de verdade nesse show). Não consegui ver o telão, muito menos os que faziam parte do palco. Muita parafernália que no fim não fazia diferença nenhuma. FIGURINOS ADULTERADOS!!! Ela simplesmente usou um coturno durante o show inteiro. O figurino do 1º bloco não é o original, no último figurino parecia que ela estava usando uma linda calça de saco de lixo preto. Peruca torta. Doli Doli. Essas bochechas novas. Estimativa de 90% de playback (ok, não é uma novidade)? Pouquissimas pessoas ao nosso redor sabiam cantar as músicas.... (pista normal....DON'T GO THERE)

Isso tudo + desorganização/incompetência total e absoluta da "Tickets 4 Fun" X (6 horas numa fila para comprar um ingresso ) = n.o.t. worth it.

Preferia ter ficado em casa! FALEI!

Ai que saudades....

P.S.: Pelo menos o público carioca está de parabéns, conseguiu animar apesar de todas as irregularidades do show. Ela não merece tanta dedicação porém. XOXO

P.S.2: Ah, esqueci de mencionar. Não sei se é só uma impressão minha, mas em "Vogue" a música está com o tempo mto mais lento também, ou seja, a coreografia foi feita em slow motion...preguicinha.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Ela não morreu! E anda mais bandida do que nunca...

Depois do sucesso meteórico na internet, não sei quem inventou que Vanessão tinha morrido. Mas para quem pensou que ela estava satisfeita com o sucesso no ramo dos moto-táxis, ela surpreende e expande o seu público alvo agora no metier dos caminhoneiros. Classe. O sucesso subiu a cabeça de Vanessão, que alterada, dessa vez se esconde sob o seu novo megahair (agora liso, num estilo franjão ) e reclama que Ji Paraná explora sua imagem de singela beleza.

O caminhoneiro dessa vez, diz que Vanessão o roubou e que não rolou o comércio sexual (então tá...). Acho que a fama e o glamour não fizeram bem à Vanessão, sua blusa de lamê azul tem um fit esquisito (apesar de ela aparentar mais magra, provavelmente pelo excesso de narcóticos....) e o seu estado é top-derrota! Como você vai reparar, vozes do passado de Vanessão fazem interferências durante a entrevista.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Eu bebo e o Dado bebe...


By João Brasil (sempre inovando ahahah)

domingo, 7 de dezembro de 2008

Certas coisas são boas demais para serem verdade!


"Quem não se lembra do sucesso que foi a lambada em meados dos anos 80?
O grupo "Kaoma" teve um destaque maior nesse estilo e consagrou musicas como "Lambada" e "Lambamor".
Até hoje essas musicas possuem destaque na cena nacional, pois em 2006 Ivete Sangalo regravou "Lambada" dando o nome de "Chorando se Foi", fazendo com que muitos jovens que jamais haviam ouvido a musica ficarem cantarolando "Lambada" pelas ruas. 
A banda de forró Calcinha Preta também executa as musicas do Kaoma em seus shows dando uma cara de forró nos arranjos.
A cena eletrônica não podia ficar de fora dessa não!
Agora em Janeiro de 2008 o DJ Marcello Henrry despeja nas pistas de Minas Gerais a musica "Kaoma Remold (Chorando se Foi)". Se trata de uma releitura da musica "Lambada" com uma pegada de House que vai deixar qualquer pista enlouquecida. Confira a musica em uma montagem do clip original do Kaoma."

comentários:

"Essa música é contagiante faz um tempo que eu não escutava ela e matei a saudade. Muitoo bommm."

"Nossa eu lembro dessa musica , acho que nunca mais vou esquecer , muito boa!"

"essa musica da kaoma foi umas musicas q marcaram minha adolescencia, foi um dos momentos bons de minha vida, dancei muitto
no ritmo da lambada... naum pq ela acabou
sendo que essa musica marcou muito os anos 90.
flws..."


PERFECT!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Ela não podia estar sentada que nem uma pessoa normal...

 Madonna para Louis Vuitton. Só pode ser um caso de calor intra-uterino!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Só Mais Uma!!

KKKKKKKKKK!!
Gente, desculpa!
Clica na foto pra aumentar e olha que borrachuda a cara dessa mulher...

Odoiá


Quem ouve desde menino aprende a acreditar
Que o vento sopra o destino pelos caminhos do mar
O pescador que conhece as historias do lugar
Morre de medo e vontade de encontrar
Yemanja Odoiá Odoiá
Rainha do Mar
Yemanja Odoiá Odoiá
Rainha do Mar!